Minha ruína é culpa. A sua é virtude Minhas olheiras são culpa. As suas são honra Meu mundo fadado à destruição, quando o seu, à transformação Sou estranho, você é comum, e sou menos, sou culpa Ouço-lhe arredio, enquanto ignoras-me, está certo Quem você pisa quem pode te derrubar Culpa é referencial.
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Arqueologia
16-Jan-0926/03/2007
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14/03/07
14-Mar-07Tem dias onde bom dia se adia, dias onde o bom dia se odeia, onde o bom dia se ateia o bom dia se atreve bom dia se dê, qualquer forma, dia de qualquer forma se dá bom, qualquer forma dá, se bom dia. E à noite bom dia deu-se, se demos bom dias de [...]