Estética uber ética etc.
Quando recebo um e-mail de um professor de graduação, orientador de monografias escrito em Comic sans, aumenta a minha convicção de que o Brasil não melhora.
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Porque invejo a vida de comentarista esportivo? Quantas vezes eles dizem “Essa é que é a grande verdade”?
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Aí um dia eu estava pensando em arregaçar as mangas pra pegar num trabalho há muito protelado. Analisando daqui e dali, resolvi adiar mais um pouquinho, pensando: “nãã, tô com preguiça”; “eu também”. Em um milissegundo depois, percebi que estava conversando sozinho, ou, finalmente, as prosaicas vozes que malucos dizem escutar vieram discursar na paróquia da minha cabeça. Ainda não aconteceu de novo. É mesmo.
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Parece que “nivelaram o problema ético” entre os mensalões petista e peessedebista. Agora é escolher a sua igreja, analisando “mas o deles é muuuito pior”.

Eu sei que nenhuma imagem passa da câmera para as folhas da revista sem uma boa editada; como operador de Photoshop, fica difícil apreciar um desses ensaios da Playboy com aquele olhar franco e puro de adolescente. Penso até que seria bom marketing deixar uma ou outra “imperfeição”, escolhida a dedo, emprestando um pouco mais de realismo a um ensaio fotográfico. Uma espécie de promessa, potencial tátil.