Bootleg do Sabbath?!
Não me perguntem como ou porque, mas cheguei no site “Profecias Brasil“, cujo lead é “As palavras proféticas para o Brasil num só lugar!”. É bom entretenimento em um mundo de liberdade religiosa e liberdade atéia.
Clicando aqui e ali, cheguei na página “Evidências do 666 no mundo“, da qual transcrevo algumas destas evidências:
- Os sistemas de computador Olivetti P600 usam números de processamento iniciando em 666;
- Algum calçado que circula no mercado comunitário europeu apresentam colada interiormente uma etiqueta com 666;
- Quem quiser telefonar de Israel para o exterior marca o código 666;
- Em Jerusalém, os veículos cujos donos sejam árabes têm placas de matrícula com o prefixo 666″.
E, entre outras, algo que talvez agora explique porque estou falando isso tudo aqui no nosso querido Obtuso:
“O grupo de rock Black Sabath (sic) publicou um álbum cujo nome é 666″
É bootleg ou o quê?
O bom vem agora, aproveitar o gancho e mandar um “Looking for today”, do álbum “Sabbath Bloody Sabbath” (1973), um grande lado B.
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por helil
Um dos poucos judeus que sobreviveram a Auschiwtz foi o de número 666. Era uma mulher, que, não se sabe como, nunca puseram na câmara de gás. Ela ficou por dois anos no campo de concentração e viveu pra contar a história. Vi no Discovery Channel. Dispensável dizer que muitos outros judeus alteraram seus números para 666 para ter a mesma sorte. Infelizmente, em vão.