Arqueologia

Minha ruína é culpa. A sua é virtude
Minhas olheiras são culpa. As suas são honra
Meu mundo fadado à destruição, quando o seu, à transformação
Sou estranho, você é comum, e sou menos, sou culpa
Ouço-lhe arredio, enquanto ignoras-me, está certo
Quem você pisa
quem pode te derrubar
Culpa é referencial.

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