All posts by flavio

Frankensteins da música

Fico imaginando o que seria dos produtores, djs e tantas bandas hoje em dia, sem as ferramentas de edição que proliferam entre as centenas de programas que existem por aí. Dentre esses programas, o mais popular é o Pro Tools , excelente para gravações, mixagens etc e muito utilizado por produtores para aperfeiçoar ou consertar a execução dos músicos, quando necessário.

Apesar de acusada de permitir que artistas menos expressivos disfarcem sua falta de talento, a edição torna mais contundente os efeitos que uma música pode ter sobre o ouvinte. É o caso, principalmente, das bandas de metal moderno, como o Slipknot, por exemplo. Onde o bumbo da bateria, tocado quase na velocidade da luz, se mistura com o som produzido por mais dois percussionistas, tudo ao mesmo tempo.

Os djs, por sua vez, procuram outros programas de edição, já que a construção musical se torna diferente, com colagens, samplers e levadas misturadas a composições já existentes.

Com a migração cada vez maior da música para o áudio-visual, nada mais natural que essas ‘colagens’ de edição apareçam também nesse formato.

Segue aqui um vídeo caseiro que retrata mais um caminho a ser tomado, mostrando que a criatividade, unida à tecnologia, estará sempre abrindo novas possibilidades.

Por Nando Bassetto.

Sgt. Pepper´s Lonely Heart Club Band

Sargent Pepper´s Lonely Heart Club Band foi lançado há exatos 40 anos. Considerado por muitos uns dos álbuns mais importantes da história, foi inteiramente feito em estúdio à base de muito ácido, como relatou o falecido e saudoso John Lennon. Essa obra-prima do Rock teve muitas de suas músicas regravadas pelos mais renomados artistas, como Joe Cocker, Jimi Hendrix e tantos outros que deram a sua interpretação às canções feitas pelos garotos de Liverpool. Algumas dessas regravações têm gosto duvidoso e há, ainda, as que não têm gosto algum.

Segue abaixo Lucy in the Sky with Diamonds interpretada por William Shatner (o capitão Kirk de Star Trek), eleita, merecidamente, como o pior cover dos Beatles de todos os tempos. É sofrível e não vale nem pra dar risada. Depois não digam que não avisei.


Por Flávio Vieira

Michael Jackson

Michael Jackson definitivamente não está nas alturas. Após ter sofrido a acusação de abusar sexualmente de um menor, ter visto negado o seu pedido de US$ 200 milhões para fazer algumas apresentações em Las Vegas, o cantor vê seus objetos pessoais irem a leilão nessa semana. E a preço de banana. O disco de platina que recebeu pela música Billie Jean, por exemplo, foi arrematado por míseros cem dólares. Assim, o que poderia ser um final de carreira memorável, se tornou nostálgico e depressivo, sem entrar mais no mérito da questão. Fiquemos com os bons momentos.

Segue abaixo um de seus maiores sucessos, tanto musical quanto como videoclipe. Thriller, do álbum homônimo, de 1983.

Por Flávio Vieira

The Zimmers

A banda inglesa The Who, ícone do Rock nos anos 60/70, não poderia imaginar que a música que os tornou famosos seria sucesso de novo 40 anos depois. My Generation alcançou o 2º. lugar nas paradas inglesas e agora volta a ser um enorme sucesso. A banda The Zimmers, composta por mais de 40 integrantes, todos idosos, gravou e fez um clipe em Abbey Road com o intuito de protestar contra os maus tratos que a 3ª. idade sofre na Inglaterra. O vocalista Alf Carretta, 90 anos, junto com um produtor da BBC de Londres, tiveram a idéia da gravação. Soando como um protesto, a banda The Zimmers – que significa “andador” em inglês – canta o famoso sucesso, exaltando a letra “I hope I die before I get old” (espero que eu morra antes de ficar velho). Já há até a possibilidade de uma turnê pela Europa.

Genial!

Por Flávio Vieira

Trilhas sonoras

As trilhas sonoras são parte fundamental no sucesso ou não de um filme. Na verdade, elas, por si só já contam uma boa história. Ou pelo menos deveriam. Basil Poledouris (1945-2006) foi um dos grandes mestres nessa arte. Com Conan – O Bárbaro, ele ganhou notoriedade, além de muitos prêmios. Merecidamente, diga-se de passagem. Vale o filme.

Veja abaixo um pedaço desse trabalho. Emocionante.


Duvida da importância da trilha sonora? Já imaginou o Iluminado em versão cômica? E a Mary Poppins assustadora? Pois é…

Por Flávio Vieira