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King´s X

O King’s X é certamente uma grande incógnita da história do Rock. O trio formado por Doug Pinnick (baixo e vocal), Ty Tabor (guitarra) e Jerry Gaskill (bateria) nunca se tornou um fenômeno mundial, mas sempre fez trabalhos de excelente qualidade e virtuosismo. Muitos afirmam que o King’s X inventou o verdadeiro grunge, mas, independente disso, é uma das bandas que precisa ser conhecida e admirada. Os trabalhos da banda renderam a admiração de nomes como Billy Sheehan, Yngwie Malmsteen, Living Colour, Kip Winger e Anthrax. Originários do Texas, eles compuseram uma das baladas mais bonitas do Rock.

Segue “Big Picture”, do álbum King´s X, de 1992. 

 

Obs. Após Big Picture, o video emenda com a música Goldilox, do álbum Out Of The Silent Planet – 1988. 

Por Flávio Vieira

Trilhas sonoras

Trilhas sonoras têm uma importância bastante grande e às vezes são subestimadas. Algumas nos apresentam à bandas e a cantores que passamos a acompanhar. O filme Romeu + Julieta, de Baz Luhrmann (1996), se desenvolve em cima de músicas de Radiohead, The Cardigans e Garbage. Numa versão brasileira, a trilha de Amores Possíveis, de Sandra Werneck (2001), é recheada de artistas em destaque como, Seu Jorge, Paula Lima, Paulinho Moska além do veterano e venerado Chico Buarque num dueto com Zizi Possi.

Mas e se, em vez de corrermos atrás de algumas músicas que ouvimos na TV ou no cinema, assistíssemos a um programa justamente com esse tema central? Poderíamos, mas não mais. A série americana “Love Monkey” era sobre um caça talentos do mundo musical. Tom Cavanagh descobriu ao longo de 8 episódios (pois a série foi cancelada em 2006), artistas como Teddy Geiger (adolescente de 19 anos que canta músicas românticas com letras sofisticadas, como cita a crítica), Martin Luther (revelação do R&B/soul) e ainda se atualizava em shows de muita gente conhecida, como Aimee Mann.

Bom, para aqueles que certamente continuarão a procurar por novas mostras para seu repertório particular, e sem fugir da convergência TV e música, abaixo está um trecho do filme Magnólia, de 1999, no qual os atores cantam junto com Aimee a música “Wise up” que inclusive foi indicada ao Oscar.

por Juliane Mercki

Guillemots

Há tempos que a referência do rock inglês é o punk dos anos 80, remodelado com alguns cabelos na orelha e alguma presunção. Uma das raras exceções é o trabalho de uma banda chamada Guillemots que lança seu primeiro trabalho no Brasil. Com influências menos óbvias, o quarteto londrino foge de músicas curtas e usa recursos de metais e corais em suas composições. A banda, que tem um brasileiro nas guitarras, ainda faz alguns experimentos sempre bem-vindos ao rock, como usar furadeiras e outros “instrumentos” para rechear a sonoridade de seu disco. O resultado é, no mínimo, curioso!

Ouça e veja “Trains to Brazil”.

Por Flávio Vieira

Massacration

Alguns amantes do Heavy Metal podem não gostar da brincadeira, mas o Massacration é, no mínimo, muito engraçado. Composta por Detonator (vocal), Blondie Hammet (guitarra), Headmaster (guitarra), Jimmy “The Hammer” (bateria) e Metal Avenger (baixo), banda marcou sua estréia ao vivo com o show de encerramento do Vídeo Music Brasil 2002. O sucesso da apresentação fez com que o Massacration transpusesse o quadro do programa, sendo convidado para abrir as apresentações do Sepultura em sua turnê nacional. Os caras estão em estúdio preparando o segundo CD com a produção de Roy Z, que já trabalhou com nomes como Judas Priest, Helloween, Sebastian Bach e Bruce Dickinson. A palhaçada tá ficando séria…

Segue abaixo “Evil Papagali” do primeiro disco.

Por Flávio Vieira

Tom Zé

Tom Zé é um desses caras que todo mundo quer conhecer. Boa praça, inteligente e com uma pitada de maluquice necessária a todos nós. Considerado uma das figuras mais originais da MPB, ele não é desconhecido e nem conhecido pelo grande público, mas sempre foi referência para os grandes artistas desse país. Com muitas obras já feitas, controverso, indignado por natureza e “independente pra toda a vida” como ele mesmo diz, Tom Zé é simplesmente genial. Nessa terça-feira (11/06), ele ganhou o prêmio Shell de Música pelo “conjunto da obra” e receberá uma homenagem ainda nesse ano. Enquanto esperamos, vale a pena perder algum tempo vendo os vídeos e as entrevistas.  

Segue abaixo uma entrevista pitoresca com Tom Zé após o show dele no Recbeat.

Por Flávio Vieira